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Sarampo no Brasil

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O sarampo é uma infecção viral extremamente grave e contagiosa que pode se espalhar pelo contato com muco e saliva infectados. Uma pessoa com sarampo pode liberar o vírus no ar quando tosse ou espirra, por exemplo.

O vírus do sarampo pode viver em superfícies por várias horas. À medida que as partículas infectadas ficam no ar e se depositam nas superfícies, qualquer pessoa próxima pode ser infectada.

Desde o início de 2018, o Brasil enfrenta dois surtos de sarampo nos estados de Roraima e Amazônia. Os principais afetados são crianças entre 6 meses e 5 anos de idade. O sarampo é uma das principais causas de morte em crianças no mundo todo e, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o índice da doença aumentou no último ano. Em 2017 foram registrados 173.330 casos da doença, sendo que o maioria dos registros aconteceu no continente americano.

Sarampo no Brasil

Em 2016, a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) emitiu o certificado de eliminação da circulação no vírus do sarampo no Brasil. No entanto, o baixo índice de vacinação causou o aumento da doença no país.

Segundo dados do Ministério da Saúde, até o mês de agosto de 2018 foram confirmados 910 casos da doença no estado do Amazonas e outros 5.630 ainda estão sendo investigados. Em Roraima, já são 296 casos de sarampo confirmados e 101 permanecem em investigação.

Outros casos isolados foram registrados em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia e Pará.

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, os surtos têm relação com a importação do tipo de vírus D8, o mesmo que circula na Venezuela. Até agora, foram confirmadas seis mortes por sarampo no Brasil. Quatro desses registros foram Roraima, sendo três pessoas estrangeiras e um brasileiro. As outras duas mortes aconteceram com brasileiros no Amazonas.

Sintomas do sarampo

Os principais sintomas do sarampo são:

  • Tosse;
  • Febre alta, acima de 38,5º;
  • Coriza;
  • Conjuntivite;
  • Erupções na pele;
  • Sinais de Koplik, isto é, manchas brancas dentro da boca e que antecedem de 1 a 2 dias antes do aparecimento da erupção cutânea.

 

Diagnosticando o sarampo

O médico pode confirmar a doença ao examinar as erupções na pele e ao verificar os sintomas característicos do sarampo. Se não for possível realizar o diagnóstico com base na observação, o médico pode realizar um exame de sangue para verificar se o vírus está presente no organismo.

Tratamento do sarampo

Não existe um tratamento específico para o sarampo. Se não houver complicações, o médico pode indicar repouso e consumo de muitos líquidos para prevenir a desidratação. Geralmente, as pessoas levam de quatro a oito semanas para recuperar todos os nutrientes perdidos com a doença.

Vacinação contra o sarampo

Um dos principais motivos para o atual surto de sarampo no país é a baixa cobertura vacinal. A única maneira de prevenir o sarampo com eficácia é através da vacinação. A OMS recomenda que pelo menos 95% da população esteja imunizada para evitar surtos, mortes e eliminar o sarampo em várias regiões.

Em 2017, o índice de imunização contra a sarampo foi de 85,2% na primeira dose da vacina e 69,9% na segunda dose. Existem dois tipos de vacina contra o vírus: a tríplice-viral, que protege contra o sarampo, caxumba e rubéola e a tetra viral, que imuniza também contra a catapora. Essas vacinas não são indicadas para pessoas com suspeita de sarampo, gestantes, menores de seis meses de idade e pessoas com baixa resistência do sistema imunológico.

Tem alguma dúvida sobre o sarampo? Então entre em contato com a Prevenir para solucionar todas as dúvidas e obter mais informações sobre a doença.


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