fbpx
Telefone: (54) 3232-2779 Telefone: (54) 9 9191-8004
Endereço: Rua Pinheiro Machado, nº 719 - Sala 502 - Sarasvati - Vacaria/RS - 95200-000

Depressão pós parto é mais comum do que imaginamos

Casos de depressão pós parto são bem mais comuns do que imaginamos. No Brasil, o transtorno atinge uma em cada cinco mulheres. O quadro pode se iniciar logo no primeiro mês de vida da criança ou até um ano depois.

Vamos reproduzir aqui um texto muito interessante, da Revista Saúde, ed. Abril, do mês de outubro de 2019.

Aos 24 anos, Luciana* engravidou pela primeira vez. Uma gestação desejada e tranquila. O parto também correu bem. No entanto, no dia seguinte ela se sentiu estranha. Natural estar à flor da pele nesse momento, pensou. Mas, semana a semana, o mal estar continuava. Ela teve diificuldades para amamentar e foi complicado lidar com divergências familiares sobre a questão. Até se acertar com o aleitamento, dois meses se passaram – e  Luciana se enxergava cada vez mais só e sobrecarregada. Não conseguia dormir, mesmo exausta. A irritação era grande e o choro, constante. Nem a evolução da criança que no começo a deixava feliz, a alegrava mais. Em seu intimo questionou-se: “Por que fui ter um filho?”. A certa altura, intuiu que a angústia podia estar além da conta. Comentou com o marido na época: ” Acho que estou com depressão”. Ele descartou a hipótese. Achava que, se o problema fosse esse a esposa não sairia da cama. Ao desabafar com a sogra, Luciana ouviu que, caso estivesse mesmo sentindo “isso”, teria que se afastar da criança, ” Ela me apavorou. Passei meses fingindo que aquilo não era comigo e não falei com mais ninguém a respeito”. Quando a pequena completou 1 ano, Luciana iniciou a psicoterapia. E ouviu da profissional a confirmação da sua suspeita: estava vivendo uma depressão pós-parto.

O puerpério é um período delicado, além da queda hormonal a mulher está fragilidada psiquicamente, fisicamente e socialmente, afinal, toda a sua rotina é modificada, o corpo está se recuperando. Para a maioria das mulheres, a soma desses fatores leva a um quadro chamado de baby blues, mas atenção Baby blues é diferente de depressão. Seus sintomas são parecidos, falta de energia, choro fácil, irritabilidade porém, estes sintomas desaparecem em alguns dias e sozinhos sem necessidade de medicação. Se as coisas não começam a voltar ao normal em menos de 30 dias, é aconselhável buscar ajuda médica e psicológica.

Os sintomas podem surgir ainda na gestação embora dificilmente sejam diagnosticados; Alguns episódios anteriores a doença, contratempos surgidos na gestação, dificuldades conjugais, entre outros podem contribuir para desencadear o distúrbio. Os indícios são os mesmos de qualquer depresão:  perda de prazer e motivação, melancolia, choro fácil, irritabilidade, sensação de vazio; porém, isto tudo torna a tarefa de cuidar do bebê ainda mais difícil do que já é, causando sofrimeto extra.

Quanto antes o diagnóstico e o tratamento forem feitos, mais fácil será a recuperação.   É importante procurar ajuda, não tenha vergonha, é uma doença mais comum do que imaginamos. Psicoterapia ajuda a lidar com os sentimentos que causam sofrimento, Ioga, meditação e outras práticas alternativas atenuam o sintomas de estresse e ansiedade, medicamentos com aval do seu médico. Se não tratada a depressão pode se tornar crônica e mais grave.

Há uma cobrança interna e social, a partir do momento em que engravidam, as mulheres só são “autorizadas” a demonstrar felicidade, completude e gratidão; as queixas devem ser no máximo, sobre enjoo, azia e dor nas costas. é importante conversar sobre o assunto, parentes e amigos próximos podem dividir suas experiências pessoais e deixar claro que é comum se perguntar “O que eu fiz da minha vida?” diante dos desafios enfrentados na maternidade e isso, não significa que o filho é menos amado ou que a mulher é péssima no papel de mãe. “Pouco se fala sobre o puerpério e ele não é um comercial de margarina” é o que a ginecologista e obstetra Helga Marquesini compartilha com suas pacientes.

E, é possível PREVENIR 

 

 

 

 

Você sabe quais foram as 5 maiores pandemias da história?

 

Esta pandêmia do Coronavirus não é a primeira das pandêmias mundiais.
O cenário é semelhante ao que já aconteceu em outros momentos da humanidade, em que doenças
se espalharam pelo mundo e causaram estragos. 
Relembre outras doenças que assolaram a humanidade e mudaram a nossa história assim como o
Coronavírus.

 
1.Peste Bubônica / Peste Negra no século 14 
Causada por uma bactéria transmitida por pulgas de animais pequenos(principalmente ratos),
a peste negra, foi uma das doenças mais temidas do mundo. Com sintomas que se assemelhavam
aos da gripe, incluindo febre, dor de cabeça e vômito, a enfermidade evoluía para inflamação
dos gânglios linfáticos e, sem tratamento, provocava morte de 30% a 90% dos infectados em um
período de dez dias. No total, a praga pode ter reduzido a população mundial de 450 para
350 milhões de pessoas. Médicos e agentes da saúde usavam além de uma vestimenta especial,
uma mascara semelhante há um bico de pato.
2. Varíola
Atormentou a humanidade por mais ou menos 3 mil anos.
Transmitida por vírus através das vias respiratórias, causava leões na pele.
Foi erradicada em 1980 após campanha de vacinação em massa.
Inclusive a história da vacina começa aqui. Em 1796 o médico britânico Edward Jenner,
começava a descobrir e testar a vacina contra varíola. No Brasil, em 1904, Osvaldo Cruz,
o então diretor geral da Saúde Pública, iniciou uma campanha de vacinação em massa para a
população. Foi aprovada uma lei que tornava obrigatória a vacinação e estabelecia punições
aos que não a cumprissem. Muitos revoltosos com a lei realizaram fortes manifestações na
cidade do Rio de Janeiro, o que causou o decreto do Estado de Sítio.
Esse episódio ficou conhecido como “Revolta da vacina”. No entanto, em 1908, um surto fez
com que a população buscasse os postos de vacinação, e as campanhas de vacinação tiveram
continuidade sem maiores problemas.
O último caso de varíola no Brasil foi notificado em 1972, e as vacinas continuaram a ser
obrigatórias até o ano de 1975. A varíola foi considerada mundialmente erradicada em 1980.
3. Cólera
Em 1817 matou centenas de milhares de pessoas. Atingiu o Brasil em 1991 pela fronteira do
Amazonas com o Peru. A epidemia alastrou-se progressivamente pela região Norte e atingiu a
região Nordeste no final de 1991. Até o final de 1992, todos os estados do Nordeste foram
atingidos, em 1993 observou-se o avanço da doença para as regiões Sudeste e Sul, sendo
registrados casos em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná.
A partir de 1995, houve uma importante diminuição no número de casos de cólera no país. 
A ocorrência da cólera é diretamente relacionada às condições inadequadas de saneamento e
sua prevenção se baseia na adoção de medidas de higiene pessoal e no consumo seguro
de água e alimentos. É mais comum em paises subdesenvolvidos.
4. Gripe Espanhola
Em 1918, matou quase 50 milhões de pessoas, causada por um vírus mortal tipo influenza.
Infectou mais de 1/4 da população.Afetou todos os continentes e teve um impacto muito
grande nos países que lutavam a Primeira Guerra mundial. Assim, as notícias dessa gripe
letal eram censuradas em grande parte dos países Europeus. A Espanha não participava da
guerra e tinha liberdade de imprensa, isso fez com que a cobertura espanhola da gripe
ficasse conhecida no mundo e assim, a pandemia passou a ser chamada "gripe espanhola".
O presidente do Brasil Rodrigues Alves morreu da doença e, 1919.
Os sintomas da gripe espanhola eram muito parecidos com o atual coranavírus Sars-Covd-2,
e não existia cura.
Em São Paulo, a população foi atrás de um remédio caseiro feito de cachaça,
limão e mel. De acordo com o instituto Brasileiro da Cachaça, foi dessa
receita que supostamente terapêutica que nasceu a caipirinha.

 

HPV – Perguntas e respostas Sobre o Papiloma Vírus Humano (HPV)

Através do vírus HPV, Papiloma Vírus Humano, todo ano, mais de 5 mil mulheres morrem vítimas do câncer de colo de útro no Brasil. É o terceiro tumor mais frequente na população feminina e a quarta causa de morte de mulheres por cancêr no Brasil. Como a infecção é assintomática a pessoa infectada pode transmitir o vírus sem saber.

A boa notícia, é que é evitável pela vacina do HPV.

01. Para quem esta vacina é indicada?

Atualmente a vacina é aprovada pela Anvisa para uso adulto e pediatrico, para meninas e mulheres entre 9 e 45 anos e entre 9 e 26 anos para meninos e homens. Estudos de eficácia comprovam formação de anticorpos em quase 100% da população estudada e eficicácia clínica muito elevada.

02. Vale a pena o adulto fazer a vacina?

Sim, queremos enfatizar que o HPV anogenital é a infecção viral mais frequentemente transmitida sexualmente no mundo. estima-se que o número global de mulheres infectadas por este vírus chegue a 291 milhoes. No Brasil, o cancer de colo de útero ocupa a 3º posição em ocorrência.

o Vírus é transmitido pelo contato direto com a pele ou mucosas infectadas, sendo o risco de contágio bastante elevado; o preservativo não protege da infecção em 100% dos casos. Com o emprego da vacina haverá proteção contra os tipos de vírus nela contido, que são os principais tipos cirais relacionados às verrugas  e aos canceres anogenitais.

03. Por que vacinar meu filho (a) tão cedo contra o HPV?

A resposta imune humoral ( níveis de anticorpos) contra os vírus contidos na vacina, é maior quanto mais cedo o(a) adolescente recebe a vacina.

os jovens estão iniciando  a atividade sexual cada vez mais cedo, a idade mediana de inicio da atividade sexual hoje no Brasil é de 14 anos, sendo que durante os primeiros anos de atividade sexual a mudança de parceiros costuma ser frequente, bem como o não uso de preservativos. Assim, os jovens estão expostos a contrair múltiplos tipos de HPV. A vacinação não estimula o inicio precoce da atividade sexual.

04. Já tive infcção pelo HPV adianta tomar a vacina?

Após ter eliminado uma infecção por determinado tipo de HPV, as pessoas continuam sob risco de se contaminarem com um novo tipo de HPV durante toda sua vida. Estudos mostram que a vacina não ten efeito negativo no curso de infecções já estabelecidas, a vacina formará anticorpos caso a paciente não os tenha.

05. Qual o perfil de segurança da vacina contra HPV?

A organização Mundial de saúde (OMS), o Conselho Consultivo para Práticas de Imunizações e Food and Drug Administration (FDA) ressaltam em seus relatórios que a vacina possui bom perfil de segurança.

A maioria dos efeitos adversos se restringiu aao local da injeção, principlamente dor, inchaço e eritema, sendo de intensidade leve a moderada.

A segurança da vacina contra HPV foi bem estudada. Antes de ter sido licenciada pela ANVISA e FDA, passou por anos de teste por meio de ensaios clínicos para garantir sua segurança.

06. Quais as formas de contágio do HPV?

Pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas; pela via sexual, que inclui contatos com orgãos genitais; pode ocorrer mesmo na ausência de penetração; pode haer transmissão durante o parto.

Qualquer pessoa sexualmente ativa pode ser infectada, estudos demonstram que a infecção pelo HPV pode ocorrer independente do estado civil. Dentre as mulheres infectadas 46% estão morando com o companheiro.

07. Como Prevenir o HPV?

A vacinação tem como objetivo evitar a infecção pelos tipos de HPV contidos na vacina.

O USO DO PRESERVATIVO é indispensável, mas vale lembrar que ajuda a reduzir a transmissão porém, não garante proteção total, uma vez que o vírus pode ser contraido pelo contato pele a pele.

Exame Papanicolau, deve ser feito anualmente. Fazendo o diagnóstico precoce da lesão antes que esta se transforme em câncer e permite o tramento em tempo hábil com nenhuma ou mínimas sequelas.

Reumatismo; quais vacinas tomar?

As vacinas são essenciais para mantermos a saúde em geral, estar imunizado é importante para a população como um todo, em indivíduos com doenças reumáticas, isto é uma regra. Por terem a imunidade mais baixa sendo mais propensos a sofrerem complicações após após alguma infecção, devem manter a carteira de vacinação sempre atualizada.

A vacinação garante ue o paciente mantenha o sistema imunológico fortalecido evitando o aparecimento de doenças oportunistas.  Artrite, Osteartrite, fibromialgia e outras doenças reumáticas não afetam somente as juntas; elas aumentam o risco de complicações após uma infecção. A melhor maneira de evitar alguma moléstia causada por bactérias ou vírus é a VACINA.

É importante conversar com o médico sobre este assunto e manter a proteção em dia.

A Liga Europeia contra Reumatismo (Eular), produziu um documento com novas especificações sobre as as vacinas para os portadores de reumatismo.

As Vacinas indicadas são:

GRIPE: Vacina contra os vírus influenza, deve ser aplicada anualmente. sempre dê preferência para fazê-la no início do outono, quando o frio chegar, você estará protegido.

PNEUMONIA: Esta vacina é muito importante para portadores de doenças crônicas em geral, os pneumococos causam a pneumonia, a bacteremia e a meningite, principalmente nos extremos de idade (menores de 2 anos e maiores de 65 anos) e nos portadores de doenças crônicas.

DTPa: É a Triplice bacteriana, protege contra tétano, difteria e coqueluche. Deve ser feita uma dose a cada 10 anos.

MENINGOCÓCICA: Resulta em doenças invasivas graves, como a meningite e a meningococcemia. As vacinas meningocócicas são inativadas, ou seja, não são contraindicadas em imunodeprimidos.

Herpes Zoster: Quem já teve catapora (varicela) e tem mais de 50 anos deve fazer esta vacina, independente de ter ou não doenças reumáticas.

Hepatites A e B: Protege o fígado desses dois vírus.

É muito importante salientar que você não deve tomar vacinas por conta, converse sempre com seu médico sobre quais você pode ou não tomar.

 

DICAS E CURIOSIDADES SOBRE AMAMENTAÇÃO

 Você sabia que o leite materno protege os bebês e crianças de doenças perigosas? Bebês que se alimentam de leite materno ficam menos doentes, pois é considerado a “primeira VACINA e a amamentação também, é responsável por criar um vínculo entre mãe e filho, devido a isto, crianças amamentadas serão adultos seguros.

FASES DO LEITO MATERNO
1. COLOSTRO – considerado a primeira vacina do bebê, produzido entre o primeiro e o quinto dia após o nascimento, é um liquido amarelado cheio de proteinas e anticorpos importantes para a imunização do recém nascido.
2. Após o quinto dia, começa o LEITE DE TRANSIÇÃO que é uma mistura entre o colostro e o leite maduro, ele é rico em gorduras e nutrientes que contribuem para o desenvolvimento da criança.
3. LEITE MADURO, PRODUZIDO APÓS O 15º DIA APÓS O NASCIMENTO. Além de conter todos os nutrientes necessários, ele se adapta a necessidade de cada criança. Ele tem tudo o que o bebê precisa até o sexto mês de vida.
Inclusive água, mesmo nos lugares mais quentes não é necessário complementar a alimentação com água, sucos ou chás.

A PEGA CORRETA

Prepare o seio, escolha uma posição confortável, faça a pega do seio em c ( com um braço pegue o bebê, use a mão para posicionar a cabeça do bebê em direção ao seio e com a outra mão, segure o seio e aperte em forma de c, coloque toda a aureola dentro da boca do bebê que deve ficar em formato boca de peixinho, e retire a sua mão. não há necessidade de ficar segurando o seio).
É muito importante verificar se a pega está correta (amamentar não deve doer, se for assim procure ajuda).  A pega correta se aprende na prática, na tentativa e erro.

Acredite que NÃO EXISTE LEITE FRACO, e que QUANTO MAIS O BEBÊ MAMA, MAIS LEITE VOCÊ PRODUZ.
Mesmo que você não sinta sair nada de seu peito continue a oferecer. O estímulo do bebe sugando é de vital importância para descer o Leite materno. Enquanto o leite materno não desce o colostro é muito importante, ele é tão rico em nutrientes e agentes imunológicos quanto o leite materno maduro.

Não lave os seios antes e depois de cada mamada, não é necessário. É melhor prevenir que curar. Observe seus seios. Desde o primeiro dia da amamentação crie o hábito de realizar autoexame nos seus seios, seja na hora do banho ou mesmo enquanto dá de mamar. Fique sempre atenta ao aparecimento de regiões  endurecidas e doloridas ao tato, por ser regiões onde o leite materno, por alguma razão ficou parado, então aproveite as mamadas para mobilizar esse leite. Examinando seu peito diariamente e sabendo o que é normal, saberá com certeza quando algum problema está se manifestando. Para qualquer problema, se detectado a tempo, a solução é muito mais simples que se descoberto numa fase avançada. Um duto bloqueado, por exemplo, pode ser tratado com uma boa massagem e mamadas frequentes se detectado a tempo, mas se detectado tardiamente pode provocar até mesmo uma mastite.

Agora, vamos para uma dica das mais importantes:
Tome bastante liquidos, se alimente bem e procure sempre que possível descansar.
Tomar um banho relaxante, ouvir uma música calma e a compreensão dos familiares pode ajudar muito, é preciso entender que pode parecer fácil mas não é.

Amamentar é muito prazeroso, mas também é exaustivo e demanda muito da mulher, por isso o papai é muito importante na hora da amentação, embora não amamentem diretamente eles tem funções importantes, como estar presente, ajudar, se informar, ser consciente e não criar expectativas ( afinal, a amamentação no início, é uma tarefa difícil) assumir outras tarefas e fazer o meio de campo com os palpiteiros de plantão.

Por que se vacinar contra a Febre Amarela?

 

Você sabia? Fabre Amarela Mata.

É uma doença viral infecciosa grave, transmitida aos homens e macacos através da picada de um mosquito (infectado com a febre Amarela), o Aedes Aegypti.

O aumento da temperatura favorece a reprodução dos mosquitos transmissores e, por consequência, o potencial de circulação do vírus,

De acordo com números divulgados pelo ministério da saúde, de 1º de janeiro a 8 de novembro de 2018 foram registrados 1.311 casos e 450 mortes, quase o dobro do identificado no mesmo período do ano anterior, 736 casos e 230 mortes.

Há uma possibilidade de um alto índice de casos de febre amarela no Brasil durante o verão. Esta previsão se dá pelo cenário de baixa cobertura vacinal. Por isso, a vacinação é fundamental.

 

Não existe tratamento, e alguns medicamentos como os salicilatos ( Aspirina, AAs…) devem ser evitados, assim como alguns anti-inflamatórios (Ibuprofeno, naproxeno) pois podem aumentar o risco de hemorragia (sangramento); um dos sintomas da doença. Outros sintomas como febre, dores no corpo e dor de cabeça podem ser aliviados quando o médico indica algum analgésico ou antitérmico. O médico, não você ou algum conhecido.

Febre Amarela é uma doença séria e a automedicação pode acabar piorando o quadro.

Então ao sentir algum dos sintomas, como febre súbita, alta e persistente, calafrios, fadiga, dores no corpo, dor de cabeça intensa, náuseas e vômito, ictericia (olhos, mãos e pés amarelados), hemorragia procure imediatamente atendimento médico.

Como posso me proteger da Febre Amarela?

A maneira mais eficaz de proteção contra a febre Amarela é a vacinação, deve ser feita em bebês a partir dos 9 meses de idade, adolescentes e adulto. O uso de repelentes, mosquiteiros e roupas que cubram todo o corpo também são medidas de prevenção.

A vacina contra febre amarela só não pode ser aplicada em alérgicos à proteína do ovo em pessoas com contra-indicações médicas.

Transmissão da gripe H1N1

Popularmente conhecida como gripe suína, a Influenza A (H1N1) é bem parecida com a gripe comum, no entanto, pode causar danos mais graves ao sistema respiratório.

A gripe é causada pelo vírus Influenza A H1N1 que se propaga com muita rapidez, principalmente durante o inverno. Nesse período, as pessoas costumam se aglomerar e ficar mais próximas umas das outras, facilitando que o vírus se espalhe.

A H1N1 ganhou as manchetes do mundo inteiro e foi declarada uma pandemia em 2009. Com as medidas de contenção, as ocorrências da doença diminuíram com o tempo. Atualmente, a gripe H1N1 continua circulando entre os humanos como um vírus de gripe sazonal.

Confira agora os principais sintomas, métodos de prevenção e como acontece a transmissão da gripe H1N1. Leia mais

Saiba tudo sobre vacina antitetânica

O tétano é uma infecção bacteriana que causa dores musculares intensas e pode levar à morte. De acordo com o Ministério da Saúde, o índice de mortalidade da doença é de 33,1%. Graças a aplicação da vacina antitetânica é possível controlar e diminuir os casos da doença. Ainda assim, é essencial aplicar todas as doses na infância e realizar o reforço da vacina a cada 10 anos para manter a imunização.

Para entender mais sobre a doença e como funciona a vacina antitetânica, continue a leitura deste artigo. Leia mais

Conheça os sintomas da rubéola

A rubéola, também conhecida como sarampo alemão, é uma infecção viral que causa uma erupção vermelha no corpo, além de outros sintomas.

É importante saber que a rubéola não é o mesmo que sarampo, embora as duas doenças tenham características em comum, incluindo a erupção vermelha. Porém, a rubéola é causada por um vírus diferente e não é tão severa quanto o sarampo.

A infecção é contagiosa e pode se espalhar de pessoa para pessoa através do contato com gotículas de espirros ou tosse de uma pessoa infectada.

Isso significa que você pode contrair a rubéola se tocar em sua boca, nariz ou olhos depois de encostar em algo que contenha gotículas de uma pessoa infectada. Outra maneira de adquirir a doença é compartilhando alimentos ou bebidas com alguém que esteja infectado.

Quer saber mais sobre a rubéola? Continue a leitura. Leia mais

Sintomas de Catapora na Adolescência

A catapora é uma doença comum na infância e bastante conhecida pelas suas típicas bolinhas vermelhas na pele. Mas você sabia que ela pode ter efeitos mais graves durante a adolescência?

Antes de conhecer os sintomas da catapora na adolescência, é preciso entender mais sobre essa doença. Causada pelo vírus Varicella Zoster, da família herpes vírus, a catapora também é conhecida como varicela. A doença é fácil e rapidamente transmitida de pessoa para pessoa pelo contato físico direto ou por meio de espirros e tosse.

Mais de 90% dos casos de catapora são registrados em crianças menores de nove anos de idade. Isso ocorre, principalmente por causa do convívio com outras crianças em creches e escolas. Leia mais